Com 40 profissionais da saúde matriculados, curso de formação em Saúde Mental é iniciado em Crato

  • 12/01/2018

Na manhã desta quinta-feira, 11, foi realizada, no auditório do Posto Teodorico Teles, a primeira aula da Formação em Saúde Mental (crack, álcool e outras drogas) para profissionais de Saúde do Crato. Em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, o curso é realizado pelo Ministério da Saúde, através do Programa Itinerários do Saber - Caminhos do Cuidado, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Escola Técnica de Saúde do SUS - Cariri, Barbalha (ETSUS). Os encontros, acontecem uma vez por semana, nos períodos manhã e da tarde, e têm duração de cinco semanas.

Ao todo, 40 profissionais de saúde atuantes, entre eles, médicos, psicólogos, enfermeiros, profissionais de educação física, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas e assistentes sociais, estarão aperfeiçoando suas técnicas e aprendizados para melhor atender o cratense. Na ocasião, foi realizada a entrega do material de estudo, com camiseta e lanche.

Segundo Petrúcia Frazão Lira, enfermeira e tutora do Curso Caminhos do Cuidado, o curso visa articular a RAPS (Rede de Atenção Psicossocial) para conhecer cada território, identificar as principais vulnerabilidades e pensar estratégias viáveis e efetivas no atendimento de pacientes que têm necessidades crônicas ou agudas, estando eles dentro dos CAPS ou não. “O intuito é fazer com que esses profissionais materializem o cuidado. Pensar, trabalhar e criar estratégias para cuidar de quem já convive com alguma doença mental e cuidar dos pacientes que passam por algum sofrimento mental para que eles não venham a adoecer no futuro” disse.
A Gerente de Célula da Atenção Básica da Secretaria de Saúde do Crato, Neyana Batista, que é uma das alunas acredita que a formação será de suma importância para que a equipe possa adquirir novos conhecimentos que serão posteriormente transformados em uma melhor qualidade no serviço prestado aos cratenses. “Essa formação veio para somar. Nós poderemos acolher melhor os pacientes e trabalhar em grupo com novas atividades psicossociais que são tão ou mais importantes que a medicação”, conta.

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