Secretaria de Desenvolvimento Agrário promove práticas saudáveis e consciência ambiental
Projeto Hortas Comunitárias Educativas e Farmácia Viva vem crescendo como plano de educação ambiental e incentivo a melhorias na qualidade de vida.

  • 15/09/2017

A Secretaria de Desenvolvimento Agrário do Crato, vem desenvolvendo o exitoso Projeto, Hortas Comunitárias Educativas e Farmácia Viva com escolas da rede municipal de ensino. Inicialmente o projeto vem acontecendo nas Escolas: Álvaro Madeira no Sertãozinho, na Escola Gonzaga Mota, na Creche Nossa Senhora de Fátima no Multidão e na Escola José do Vale Arraes Feitosa, localizada no Barro Branco.

Plantar, cuidar, colher e comer com saúde são propostas adotadas pelo projeto Horta Escolar e Farmácia Viva, que pretende integrar ainda mais a relação escola e comunidade levando valores de consciência ambiental aos alunos, além de promover o contato com a terra, as plantas e a natureza. O projeto tem o objetivo de promover a educação utilizando a horta escolar como ferramenta e eixo gerador da prática pedagógica.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Agrário do Crato, Zilcelio Alves, a meta para esse ano de 2017 é implantar o projeto em 10 escolas do município, que estão sendo definidas por interesse da comunidade, e para a gestão 2017/2020, totalizar a implantação de 40 hortas comunitárias educativas e farmácias vivas no município. “Para nós da Secretaria de Desenvolvimento Agrário, esse é um projeto grandioso que irá melhorar a alimentação dos alunos na escola com hortas orgânicas, além de realizar um trabalho na metodologia da escola, com direcionamento na sustentabilidade”, esclarece.

O projeto tem o objetivo despertar na comunidade escolar o interesse e adesão ao projeto como laboratório vivo voltado para a educação alimentar e a preservação ambiental, conhecer técnicas de cultivo orgânico para produção de alimentos saudáveis, compreender na prática a relação entre solo, água e nutriente, inserir bons hábitos alimentares, além de resgatar valores do conhecimento empírico relacionados às plantas medicinais utilizadas pela população. A produção é composta de vegetais nutritivos cultivados pelos alunos, que depois de colhidos serão utilizados na merenda escolar como coentro, cebola, alface, tomate cereja, pimentão, pimentinha, cenoura e mudas frutíferas.

De acordo com Kaká Queiroz, diretor da escola Álvaro Madeira, o projeto se apresenta para a escola não somente como uma ferramenta pedagógica, mas principalmente como um instrumento de inclusão. Para ele, com essa oportunidade, a escola pode estar incluindo alguns alunos, que já tem um conhecimento da cultura de algumas hortaliças, com a possibilidade da sua prática se tornar um conhecimento formal. “Estamos sempre acompanhando os jovens que foram selecionados para monitoria do projeto das hortas e percebemos um desempenho bastante produtivo, através das orientações que eles vem recebendo da secretaria de. Sem dúvida um projeto que vem somar, atuando também como indicador para alternativa de renda, através da produção de hortaliças.”, explica o diretor.

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